NOTICIÁRIO

NOTICIÁRIO (1)

Confira as últimas notícias ao redor do Brasil!

Pelo menos 18 pessoas morreram depois que uma balsa afundou no nordeste da cidade brasileira de Salvador.
Cerca de 90 pessoas foram puxadas vivas do mar por equipes de resgate e barcos privados.
O navio estava em uma curta rota da ilha de Itaparica, no estado da Bahia, que é popular entre os turistas.
Este é o segundo grande acidente de barco no Brasil esta semana. Um ferry afundou na terça-feira no rio Xingu matando pelo menos 19 pessoas.
Os sobreviventes do último incidente disseram que a balsa caiu quando foi atingida por uma onda poderosa.
Um sobrevivente de um naufrágio de barco, depois de uma balsa afundou no nordeste da Bahia, reage após a chegada ao Terminal Marítimo de Salvador, Estado da Bahia, em 24 de agosto de 2017. Importe copyrightAFP
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NOTICIÁRIO (1)
Os sobreviventes disseram que tiveram que ficar na água duas horas antes de serem resgatados
“Estava chovendo e fomos atingidos por uma onda. Demorou muito tempo para sermos resgatados. Eu estava no mar por duas horas”, disse Edvaldo Santos de Almeida ao jornal O Globo.
O ferry, que tinha capacidade para transportar 160 pessoas, tinha 129 pessoas a bordo, disseram autoridades locais.
Sobreviventes foram levados para hospitais na capital do estado, Salvador.
O barco que afundou no final de terça-feira no estado do Pará estava transportando cerca de 70 passageiros.
Estava viajando durante a noite da cidade de Santarem a Vitória do Xingu na região amazônica do Brasil.
A polícia está investigando o que pode ter causado que o navio afundasse e se pode ter transportado mais passageiros do que o permitido.

Notícias em Goiás

Brasil abre vasta reserva amazônica para mineração
24 de agosto de 2017
Da seção América Latina e Caribe 308 comentários Compartilhe isto com Facebook Compartilhe isto com Twitter Compartilhe isto com Messenger Compartilhe isso com Email Compartilhar
Árvores arvores na floresta amazônica na bacia amazônica, Brasil, junho de 2012 Getty imagesImage copyrightGETTY IMAGES
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A reserva foi criada em 1984 pelo governo então militar
O governo do Brasil aboliu uma vasta reserva nacional na Amazônia para abrir a área para mineração.
A área, cobrindo 46 mil quilômetros quadrados (17,8 mil milhas quadradas), atravessa os estados do norte de Amapa e Para, e é pensado para ser rico em ouro e outros minerais.
O governo disse que nove áreas de conservação e áreas indígenas dentro dela continuariam sendo legalmente protegidas.
Mas os ativistas manifestaram sua preocupação pelo fato de que essas áreas poderiam estar comprometidas.
Um decreto do presidente Michel Temer aboliu uma área protegida conhecida como Reserva Nacional de Cobre e Associados (Renca).
Seu tamanho é maior do que a Dinamarca e cerca de 30% serão abertos à mineração.
O gráfico mostra o tamanho da área de Renca em comparação com o tamanho da Dinamarca
O Ministério das Minas e Energia diz que as áreas florestais protegidas e as reservas indígenas não serão afetadas.
“O objetivo da medida é atrair novos investimentos, gerar riqueza para o país e emprego e renda para a sociedade, sempre com base nos preceitos da sustentabilidade”, afirmou o ministro em um comunicado.
Mas o senador da oposição Randolfe Rodrigues denunciou a mudança como “o maior ataque à Amazônia nos últimos 50 anos”, informou o jornal O Globo (em português).
Maurício Voivodic, chefe do órgão de conservação WWF no Brasil, advertiu no mês passado que a mineração na área levaria a “explosão demográfica, desmatamento, destruição de recursos hídricos, perda de biodiversidade e criação de conflitos de terra”.

NOTICIÁRIO (2)
Choque da cultura da Amazônia
Perda de terras indígenas ameaça o clima
Líderes indígenas lutam pela sobrevivência
De acordo com o relatório da WWF, a principal área de interesse para exploração de cobre e ouro está em uma das áreas protegidas, a Reserva Biológica de Maicuru.
Também se diz que é ouro na floresta do estado do Pará, que se encontra dentro da área.
O WWF diz que há potencial para o conflito também em duas reservas indígenas que são o lar de várias comunidades étnicas que vivem em relativo isolamento.
O relatório da WWF disse que uma “corrida do ouro na região poderia criar danos irreversíveis a essas culturas”.
“Se o governo insistiu em abrir essas áreas para a mineração sem discutir as salvaguardas ambientais, ele terá que lidar com um clamor internacional”.

Barco do Brasil afunda matando pelo menos sete na região amazônica
23 de agosto de 2017
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Mapa do Brasil
Pelo menos sete pessoas morreram quando um barco com cerca de 70 passageiros afundou na região amazônica do Brasil, dizem autoridades locais.
Pelo menos 25 pessoas haviam sido resgatadas, mas dezenas ainda estão desaparecidas.
A polícia está investigando o que pode ter causado que o navio afundasse e se pode ter transportado mais passageiros do que deveria.
O barco viajava da noite para a noite de Santarém para Vitória do Xingu, no estado do Pará.

NOTICIÁRIO (3)

O ex-trabalhador infantil que faz milhões de bolos
Por Luana Ferreira
Repórter comercial, Brasil
21 de agosto de 2017
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Cleusa Maria, 51
Ela é a fundadora multi-milionária de uma das cadeias de bolos mais populares do Brasil, mas não há nada doce no início da história de sua vida.
Agora, 51, Cleusa Maria não teve a chance de ser uma criança.
Quando tinha nove anos de idade, ela estava muito mais familiarizada com enxadas e ancinhos do que com bonecas.
Ela tinha uma rotina adulta, ajudando seu pai todos os dias na pequena fazenda que alugavam no campo do estado de São Paulo, no sul do Brasil.
Foi até que seu pai morreu em um acidente de carro em 1978, quando tinha 12 anos.
“Foi quando eu descobri que o que era ruim, poderia ser pior”, diz Cleusa.
Sua mãe era de repente um pai solteiro com 10 filhos para cuidar e, com muito pouco dinheiro, todos tinham que se mudar para a casa da avó de Cleusa.
“Minha mãe e eu fomos [agora] os senhores de família”, diz Cleusa olhando para trás. “Eu senti que era minha responsabilidade ajudar minha mãe a criar meus nove irmãos [mais novos]”.
Um trabalhador da cana-de-açúcar brasileiroImage copyrightGETTY IMAGES
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A indústria de cana-de-açúcar brasileira ainda é um lugar difícil de trabalhar
E assim, ela e sua mãe se tornaram trabalhadores de campo, cortando cana com machetes em fazendas em sua parte do estado de São Paulo. Seus turnos de 10 horas começaram todos os dias antes do nascer do sol.
Avanço rápido até 2017 e Cleusa agora tem uma vida inimaginável para o adolescente anterior, que trabalhou como trabalhador agrícola por cinco anos.
Em vez de trabalhar em campos sob o sol abrasador do Brasil, ela é hoje a chefe auto-fabricada da Sodie Doces, uma cadeia de lojas de bolachas com 300 lojas em todo o Brasil e um faturamento anual de mais de 200 milhões de reais (US $ 63 milhões e £ 49 milhões).
A jornada em direção a Sodie Doces começou quando Cleusa de 17 anos decidiu que não iria passar o resto da vida trabalhando nos campos. Em vez disso, ela iria apostar em mudar sua vida completamente.
Então ela deixou o campo e mudou-se para a cidade de São Paulo, a maior do Brasil, onde ela se tornou uma empregada doméstica.
A Sodie Doces chainImage copyrightGETTY IMAGES
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NOTICIÁRIO (4)
Sodie Doces tem 300 lojas no Brasil
Era um mundo completamente novo, mas também não era fácil. Cleusa tinha que viver na casa de seu empregador, e só tinha dois dias de folga por mês. E todo o seu salário foi enviado para sua mãe, que ainda estava trabalhando em fazendas.
“Eu fui de um extremo a outro”, diz Cleusa. “Eu deixei uma casa de dois quartos para viver com uma família rica. Foram nove servos para três pessoas.
“Mas essa vida trouxe o inconformista em mim. Eu disse para mim mesmo ‘por que eu tenho que comer comida diferente para a família? Por que eu tenho que encher seus óculos enquanto eles estavam comendo?'”.
Ela logo decidiu forjar novamente um caminho diferente para si mesma, inscrevendo-se para um curso de educação para adultos para obter a educação que ela saudou quando era criança e obter um emprego como recepcionista.
Mas também querendo estar mais perto de sua mãe, ela decidiu voltar para sua parte do estado de São Paulo e começou a trabalhar em uma fábrica que fabricava equipamentos de hi-fi.
Bolos em sua lojaImage copyrightRAFAEL WAINBERG
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Os bolos vêm em uma infinidade de sabores
Então, em 1995, ela recebeu um pedido incomum da esposa de seu chefe que mudaria sua vida – ela queria que Cleusa fizesse um bolo de aniversário de 35 kg.
“A esposa de meu chefe costumava vender bolos, mas naquele dia ela quebrou a perna, diz Cleusa.” Eu não tinha idéia de como assar, mas ela me deu todas as instruções e funcionou “.
A esposa do chefe ficou encantada com o resultado e insistiu para que Cleusa tivesse um presente que não pudesse ser ignorado.
Ela comprou Cleusa um misturador e encontrou mais clientes.

NOTICIÁRIO (5)
Até então, Cleusa estava divorciada com uma pequena filha, trabalhando durante o dia na fábrica e passando as noites cozinhando.
Dois anos depois, ela se demitiu de seu cargo e, com a ajuda de um de seus irmãos, abriu uma pequena loja que chamou Sensacoes Doces, o que significa Sweet Things em inglês.
Os anos seguintes foram cheios de trabalho árduo, mas dentro de uma década Cleusa possuía quatro lojas de bolos.
Mais uma vez, alguém acreditava que poderia fazer mais. Um de seus clientes insistiu em que sua empresa deveria expandir-se vendendo os franqueados.
“Eu não tinha idéia do que era uma franquia”, diz Cleusa. “Mas esse cliente persistiu, falando sobre isso por um ano inteiro.
“Então eu fiz um curso em São Paulo para entender o modelo de negócios e decidiu tornar-se um franqueador. Esse cliente tornou-se nosso primeiro franqueado, e em menos de dois anos tivemos mais de 50 lojas novas”.
Mais recursos do The Boss, que todas as semanas apresentam perfil de líder empresarial diferente de todo o mundo:
A falha no nível A que se tornou um multi-milionário
O restauratista que coloca a hospitalidade acima dos alimentos
Como Bite Beauty está construindo um negócio de batom totalmente natural
O chefe milionário que admite que teve muita sorte
Depois de abrir sua franquia 74th, Cleusa atingiu uma pedra de tropeço quando ela

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